Dez anos de chão de performance, rastreamento e arquitetura de dados — contados em cinco capítulos. De agência de marketing esportivo a provedor de infraestrutura de performance. A abordagem nunca mudou. Só o nome.
O fundador, Bruno Maya, começou com a Boiler — uma agência focada no mercado esportivo. Desde o primeiro dia, dois dos três sócios eram pessoas de tecnologia. Eduardo veio do Google. Bruno sempre buscou importar os caminhos da tecnologia para o marketing.
O primeiro case relevante não foi de anúncio — foi de plataforma. Atendiam boxes de crossfit e academias. Rodar anúncios sem call-to-action válido para negócios locais não fazia sentido. A resposta: criar uma plataforma de agendamento. Anúncio → agendamento → confirmação automática.
Começaram a entregar agendamentos. Não métricas de vaidade.
A Time Forte, empresa com licenciamento da Escola de Futebol do Flamengo, adotou a plataforma. Mais de 100 filiais. Primeiro grande fee como agência.
Mas Bruno nunca gostou de ser agência. Se afastou da operação convencional e foi explorar o e-commerce da própria marca. Descobriu algo fundamental: e-commerce é um cenário verdadeiramente tecnológico. Outputs claros. Testes A/B. Controle total de cada etapa do funil.
Negócios locais dependiam de humanos. E-commerce dependia de infraestrutura.
O dono da maior clínica de emagrecimento do Brasil comprou no e-commerce da Boiler, reportou um bug no checkout, elogiou os anúncios e pediu ajuda. Acaso.
Bruno fez a primeira consultoria usando o método que se tornaria o padrão da Jumper: infraestrutura primeiro, funil depois, execução por último. O diagnóstico: rastreamento. O resultado: multiplicaram por 50 o investimento em anúncios.
Foi a primeira vez que Bruno trabalhou no formato que gostava — parte tecnológica e técnica, sem criação.
Depois de dois anos como freelancer atendendo a Seven e outros clientes, a renda superou a da Boiler. Bruno sai da posição de CEO, depois sai da operação.
A Jumper constrói a camada tecnológica que faz o investimento em marketing render. Rastreamento server-side, arquitetura de dados, automação, produto próprio.
A abordagem nunca mudou — sempre foi tecnologia. O Facebook é um robô. O algoritmo é literal. Quando você faz rastreamento, está ajustando as informações para que a IA da Meta ou do Google chegue no resultado desejado.
A Jumper não nasceu como empresa de tecnologia. Sempre foi — só demorou pra perceber.
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